quinta-feira, 21 de maio de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
OÃÇANIRCUZA: em vão...
OÃÇANIRCUZA: em vão...: ...é partindo -lhe ao meio em tantas partes que não se pode contar nem num quebra-cabeças juntar um coração em frangalho deixar ...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Ela parou por alguns segundos perdida dentro da sua própria loucura - e o barulho de seus pensamentos cessaram a inquietude lhe olhou no fundo de seus próprios olhos, aquilo não era estranho, não, não era. Sorriu. A liberdade então a abraçou. O impossível sempre foi um bom motivo para seguir em frente.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Largue me ali, estendida, não quero mãos,nem olhares, nada de deveres nem obrigações,afagos ou qualquer outra coisa. Não gosto de pequenos sorrisos. Mas quando a noite chega, eu me escondo em mim, no fundo do meu peito e da janela dos meus olhos minha alma se debruça e o mundo se colore e os sonhos ganham corpo e eu me perco ali estendida em sonhos,loucuras e devaneios...
— domingo, 30 de março de 2014
Estava largada, deitada olhando pro nada desse jeito assim descabelada e irremediavelmente decidida a não me levantar! Praticando com toda leveza do meu ser o sexto pecado capital eu e o meu pijama já quase sem elástico..ah! a vontade de levantar vem e a espero passar...sorrio pro meu limbo e pro nada que se expande infinitamente a minha frente e me curvo aos meus sonhos e devaneios de olhos abertos...como posso ficar ali parada com tanto para se ver?
Eu não sabia responder a esta pergunta,assim como tantas outras que me vem a face me abrilhantam os olhos e me fazem seguir em frente....
( Um trecho qualquer de uma historia perdida ...esquecida no canto de meu caderno e do lado esquerdo do meu cérebro...
Eu não sabia responder a esta pergunta,assim como tantas outras que me vem a face me abrilhantam os olhos e me fazem seguir em frente....
( Um trecho qualquer de uma historia perdida ...esquecida no canto de meu caderno e do lado esquerdo do meu cérebro...
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Não era nada.
Não era nada.
Só me projetei para frente.Tudo o que restara era a máxima
“Siga em frente!”.
Não podia parar. Era hora de ir, de partir. Era “tudo finito
“Seguir o rumo, seguir a diante”“.
O que passou realmente passou. O passado estava lá, ainda
intocado e sigiloso.
Não quero virar estatua de sal! Deus me livre disso! Sigo em
frente às vezes altiva e formidável, horas cabisbaixa e introspectiva.
Tenho tudo pela frente.
Tenho tudo pela frente e não quero ficar ansiosa,
apreensiva, febril e talvez ate juvenil!
Quero ver tudo.
Tudo que esteja próximo de verdade ao meu campo de visão.
A casa do lado, as Rosas de Martha, os olhos azuis de nina e
o sorriso aborrecido da Leninha, a ladainha infinita do Adler e ver florescer
as duvidam de Luísa e Julia correndo entre o lá e o cá.
Viver em cada ponto e conto.
Perdi a pressa.
A mania de saber.
E o desejo de querer o que ainda não posso ter.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
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